Escrito em janeiro 9, 2009 | Categoria: Português, Principal
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- Controlar os ritmos respiratórios nos faz dominar nossas emoções e ações.
- Alterar a profundidade da respiração, conquistamos outros estados de consciência.
- Interferir voluntariamente no ato respiratório nos leva a cruzar a fronteira entre o consciente e o inconsciente.
- O termo pránáyáma quer dizer expansão (áyáma) da bioenergia (prána) e não domínimo (yáma) dela*.
- Quanto mais tempo de prática tiver, mais se dedique aos pránáyámas.
- Querendo fazer práticas despretenciosas use samanásana, swastikásana, vajrásana, etc.
- Querendo trabalhar estados de consciência use o padmásana.
- Querendo trabalhar a kundaliní e siddhis use o siddhásana.
- É a combinação do pránáyáma, ao mudrá, ao ásana, a mentalização e o treinamento diário que irão promover os efeitos, não necessariamente a complexidade da técnica.
- Kumbhaka bandha, nadí shodhana e bhástrika são as pedras fundamentais de todos os outros pránáyámas mais adiantados. Treine-os diariamente: disciplina e constância.
* Segundo as regras do sânscrito, á + a = á, a + a = á. Ao quebrar o termo pránáyáma sabemos que prána tem um “a” final, sobra no mínimo ayáma. Procurando no dicionário descobre-se que é áyáma. Prána + áyáma = pránáyáma. O erro provavelmente foi instroduzido por alguém que não viu pránáyáma escrito em dêvanágari e tentou traduzir de uma transliteração que não usava acentos: prana + yama. Viu como os acentos são importantes?
áyáma m. stretching , extending; restraining , restrained , stopping; expansion, length (either in space or time), breadth (in mensuration). – Sanskrit English Dictionary Monier Williams.
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janeiro 9th, 2009 at 14:11
Não importa quanto tempo temos de prática… É sempre muito bom ler dicas diretas como estas. Obrigado, amigo!