19 Dec
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Sthirasukhásanam
Ásana são as posições corporais que o Yôga se utilize para treinar não somente o corpo do praticante, mas também gerar estímulos no sistema endócrino, nervoso, muscular, circulatório e através de alguns recursos fortalecer a vontade, educar o emocional, poder de concentração e etc. As técnicas orgânicas do Yôga trabalham muito mais que músculos, articulações e flexibilidade. Através de um trabalho isométrico.
Em alguns ramos de Yôga moderno que perderam parte ou toda a sua carga iniciática os praticantes são levados a repetir as posições como uma aula de ginástica ou em séries de repetição como se faz na musculação.
Não estamos questionando a eficiência do método moderno de repetição, mas sim a sua utilização dentro do Yôga. Neste sútra temos a confirmação de que ásana é sinônimo de permanência e não de repetição.
Sthira é firme, duro, sólido, compacto, forte; fixo, imóvel, sem movimento, durável, permanente, sem mudanças, austero, rígido, constante.
Sukha é agradável, fácil, prazeroso.
Nesse sentido, o sútra é categórico ásana é permanente, estável, sem mudanças, logo: sem repetição.
Nesse sentido, o sútra é categórico ásana é permanente, estável, sem mudanças, logo: sem repetição. Precisa ser agradável (sukha), prazeroso, etc. Como prazer é muito subjetivo, você pode ter eximios praticantes de ásana que fazem coisas que seriam consideradas difíceis ou desagradáveis a outro praticante. O que não muda é o fato da permanência sem repetição.
Se o tipo de Yôga que você faz tem repetições não é a maneira antiga de se executar e sim uma forma adaptada para os paradigmas modernos.
17 Dec
Como várias pessoas procuram termos em dêvanágari para tatuar, resolvi fazer já uns 70 com as palavras que possivelmente as pessoas gostariam de tatuar, como Swásthya Yôga, tantra, sámkhya, yamas e niyamas, nome dos chakras e várias outras coisas. As menores estão no seu tamanho máximo, as maiores basta clicar nelas para ter acesso a versão ampliada.
Se sentir falta de algum termo, deixe um recado que eu terei prazer em colocar aqui seguindo estes critérios:
O serviço que presto gratuitamente é o de transliterar nomes ou termos para o dêvanágari. Tradução de termos, escrever frases em sânscrito e descobrir significados de palavras eu faço, mas há um dispêndio de tempo e você sabe, tempo é dinheiro. Por isso se você realmente quiser, nós conversaremos sobre meus honorários.
Para transliterações no máximo 3 palavras por pessoa é de graça. Acima de 3 palavras cobrarei R$3,6 por palavra que excedeu as 3 grátis. Transliterar consiste em escrever o termo que você deseja em dêvanágari:
<- Aqui está escrito exatamente “o rato sobe a escada” Não está em sânscrito, está em português só que no alfabeto devanágari. Isso é transliterar.
<- Está escrito: sopanasyaudamatimushaH que significa: o rato sobe a escada. Percebeu a diferença de traduzir e de transliterar?
Este serviço tem um custo pois ocupa bastante o meu tempo. Para traduzir eu cobro R$8,5 por palavra + os custos financeiros para você pagar através do PagSeguro do UOL que é um serviço de pagamento online que oferece várias formas de pagamento, desde boleto até cartões de crédito.

Considere traduções você perguntar: Como se escreve passarinho em sânscrito? Isso é traduzir, do português para o sânscrito e dele para o português eu cobro o valor anunciado acima.
Considere a lista de impossibilidades:
Nomes eu tenho resalvas em transliterar pois muitos nomes somente podemos criar homónimos sonóros e não literais. Mas enfim, a pele é sua, se quiser tatuar algo que é “mais ou menos” parecido é uma questão sua. Neste caso deixe um recadinho que eu coloco uma lista de nomes neste post.
Se desejar imagens de Shiva, estatuas e outras coisas relacionadas para tatuar veja este post. Um exemplo:
Pode pegar em neste post em que eu falo sobre o Ôm.
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Uma das práticas ortodoxas do Swásthya Yôga; Prática (sádhana) fundamental (adi) em oito partes (ashtanga) do Swásthya.
ajña com o a inicial curto é: não conhecedor; ignorante; inconsciente; não sábio; estúpido. Por isso fale o ‘a’ inicial longo. O prefixo ‘a’ é usada como negação, assim como em nosso idioma: mora, amoral, temporal, atemporal.
No caso do ‘a’ longo no termo ájña é como escrever aajña, mas para não ficar repetido simpesmente acentuamos para indicar ditôngo de letras iguais: ájña, com o sentido negado torna-se: conhecedor; sábio; inteligente; consciente;
Sentar; sentar em uma determinada posição; o conjunto de posições do Yôga; suspender a atividade (halting); parar; permanente; fixo; resistência; ficar por um tempo; manter um posto contra um inimigo.

O contrário de sthira.

Grande ou glorioso ato. Conquista.

Vida. É o termo que dá origem a palavra áyurvêda (conhecimento da vida).
Semente; semem; causa; fonte de um princípio; som semente dos chakras, usado para estimulá-los.
A lua; brilhante; reluzente; ponto de luz semelhante a lua.

Discípulo; roupas; roupagem; a aparência externa; servo;
Lê-se: tchit-ta vRRRt-ti nirodha (pronuncia-se o H aspirado parecido com: solid house).
Supressão (nirôdha) da instabilidade (vritti) da consciência (chitta). Leia a explicação detalhada sobre este termo.

Simpatia; compaixão; sentir pena de; Veja karuná.
Pedido por: Alba Oliveira.

Dádiva divina.
Conhecimento; conhecendo; consciente; sabedoria; inteligência; prudente; conhecimento derivado da meditação;
Aquele que vê a luz. O vedor do conhecimento. Jyôtis é luz e seu sentido pode ser extendido para luz no sentido de conhecimento.
drashtu é a forma inflexionada daquele que vê vindo da raiz drish (ver).


Compaixão; pena; sentimento de um poema; lamento.
É o termo usado por Pátañjali no Yôga Sútra para designar um dos atributos a serem desenvolvidos para atingir a serenidade da mente junto com: amizade, alegria e indiferença.


Amizade.



Um tipo de comprimento. Como olá, oi. Literalmente saúdo a ti. Namas é saudação e tê é “você” declinado na segunda pessoa do singular. Ou seja: saúdo a você.
O deus que existe em mim saúda o deus que existe em você é uma interpretação do sentido e não o seu sentido real.

Mãe.


Mudança, alteração, transformar em, desenvolvimento, evolução.
Ouça a pronúncia certa:


Amor incondicional, o maior, melhor e mais autruista tipo de amor. Assim como o grego, o sânscrito tem palavras diferentes para os tipos diferentes de amor. Kama é o amor humano, o amor emoção, o amor entre as pessoas. Prêma é o amor incondicional, universal e que transcende o emocional e o mental.

Energia. Princípio feminino. Energia feminina. Companheira. Esposa.

Tranquilidade, paz, quietude, paz ou serenidade da mente, ausência de desejo, aversão ao sofrimento, indiferênça aos objetos de pazer e dor, prosperidade, boa sorte, conforto, felicidade.
Atenção: assim como o ideograma de felicidade, este termo é usado indiscriminadamente e tornou-se um clichê. Eu não recomendaria o seu uso, justamente pela utilização descabida e exagerada. Um oriental daria risada ao ver alguém tatuado com este termo, assim como nós achariamos estranho um indiano tatuado com um dos dizeres: tigrão, cobra, ú-te-re-re, etc. O termo shánti, assim como os citados, só não são piegas dentro de um contexto. Sozinhos e ainda por cima tatuados são de gosto duvidoso.




Shráddha é confiança, Shráddhatwa é confiança-sua, no sentido de tenho a sua confiança logo você é leal a mim. Ou seja, para o sânscrito você é leal quando confia em alguém.

Firme, duro, sólido, compacto, forte; fixo, imóvel, sem movimento, durável, permanente, sem mudanças, austero, rígido, constante.
Usado por Pátánjali para definir ásana: sthira sukham ásanam: posição firme e confortável. É interessante ver que sthira é fixo, imóvel, sem movimento, permanent pois reforça aquilo que no Swásthya afirmamos que ásana não tem repetição e que fazer ásana com repetição, como se faz um exercício de academia de ginástica não caracteriza ásana.

Grande guerreiro, campeão, soldado.



Pai.


Agora o sistema de listar as imagens dos nomes se tornou automática, basta eu fazer upload da imagem e ela aparecerá aqui automaticamente. Para os usuários não terá muita diferença mas para este que vos fala será infinitamente mais fácil do que editar o post.











Obs: o som CO de Costa se faz com K, está escrito literalmente Anderson Kosta.

Obs: o som de Z não existe em sânscrito, logo está escrito com S, mas alguém que saiba ler iria ler: Aníssio.


Obs: I + E = ye: Aryeni.








Obs: o som CA é feito com KA.

Obs: Para conseguirmos o som deste nome temos que escreve-lo: sheril

Obs: Está escrito Sibele

Obs: Cla se faz KLA

Obs: CRI se faz KRI

Obs: CRI se faz KRI




Obs: I + O = YO. Literalmente: dyogo

Obs: I+E = YE. Literalmente: Dyego.




Obs: U + A = VA ou UA. Neste caso UA pois vem depois de consoante.


Obs: I + E = YE


Obs: O som deste nome não dá para ser feito, está escrito gilmara, contudo lê-se: guilmara. O som do G sempre será GA GUE GUI GO GU

Obs: E + Y não é um ditongo usual, embora possamos escrever não faz parte da fonética do sânscrito.



Obs: está sem o H inicial, pois daria o som de RR


















































































16 Dec
Dei recentemente uma entrevista no Blog Não2Não1 do Gustavo Gitti sobre relacionamentos.
Clique aqui para acessar a entrevista.
Se quiser ficar sabendo mais sobre alternetivas de relacionamento sugiro o livro de nome análogo.
16 Dec
Não é minha intenção explicar a fundo o que é pújá e o que o porquê o fazemos. Basta dizer que é para treinar aquele sentimento gostoso de gratidão que temos a uma pessoa que é ou foi muito importante para nós.
É a parte mais importante da prática de Yôga pois é com ela que criamos os vínculos conscientes e inconsciêntes com os arquétipos mais ancestrais do Yôga através daqueles que estão mais próximos, no caso o instrutor e posteriormente com o seu Mestre. Querendo mais informações sobre pújá sugiro ler o Tratado de Yôga, DeRose e o A força da Gratidão (pújá), Sérgio Santos. Pode ver o capítulo de pújá gratuitamente na primeira parte do Faça Yôga antes que você precise disponível no site da Universidade de Yôga.
Honra, reverência, homenagem a alguém que o antecedeu. Estas são algumas traduções e possibilidades de pújá. O termo báhya designa: parte externa, exterior, algo do lado de fora. O termo manasika designa algo feito ou concebido somente em nossa mente. Bháva é o sentimento que confere poder a ação que esteja fazendo, literamente designa: existir, tornar a ser, tornar verdadeiro, verdade (no sentido de existência). Pronto assim temos todos os termos que irei usar daqui para frente.
Antes, o báhya pújá era utilizado somente em ocasiões especiais: aniversários, comemorações, etc. Mas com o tempo, vimos que o praticante achava que só precisava mentalizar e pronto, o seu compromisso já estava concluido.
Algo como se eu rezar bastante vou passar no vestibular, mas não estudo nada, só rezo. Que efeito isso tem? Para tentar resolver isso, começamos a estimular dentro do anga pújá do sádhana ortodoxo a ação efetiva, o báhya pújá.
Manasika pújá é feito em nossa mente e deve ser revestido de bháva. Nesse sentido, báhya pújá é “feito do lado de fora” de nossa mente. Mesmo quando fazemos a variação mental, usual no segundo anga da prática ortodoxa de Swásthya, devemos aplicar o bháva. Isso é feito mentalizando como se aquela ação estivesse acontecendo realmente naquele instante. E está, mas em um plano mais sutil de existência que é o da mente e isso com o tempo irá sendo densificado até chegar no plano físico denso considerado o “real” para a maioria da população.
Por exemplo: eu mentalizo que de mim emana uma luz azul celeste por todo o ambiente para prepará-lo para minha prática e aplico o bháva para que a intenção seja de que aquele ambiente fique cada vez mais propício ao desenvolvimento interno. Com o passar do tempo eu começo a deixar a mentalização mais específica imaginando que mais pessoas praticam comigo, para que um incentive o progresso do outro, que a sala tem um piso especial, livros em estantes, enfim, não há limite para a criação mental.
Ao reforçar a mentalização prática após prática, vamos criar o arquétipo que nos deixará proprícios a aquilo que mentalizamos e daqui a pouco algum amigo pergunta se pode praticar com você e lhe trás alguns livros de presente. Outro amigo aparece com um EVA para praticar e vocês resolvem comprar em conjunto para forrar a sala… E com todos esses elementos a sala fica mais propícia ao auto-desenvolvimento, exatamente aquilo que você tinha mentalizado antes, a matéria mental com o tempo foi se densificando até existir em um plano mais denso.
Se quisermos acelerar o processo podemos optar por assim que realizarmos o manasika pújá procedermos o báhya pújá, ou seja, o pújá feito do lado de fora da mente.
No pújá você mentaliza que a sala fica com um piso especial, que outras pessoas veem praticar com você, livros para estudo, etc. Assim que termina o sádhana (prática) você pega uma furadeira para poder pendurar a estante que logo conterá os livros para o seu estudo.
Pronto, você acabou de fazer a ação efetiva do pújá. Em sânscrito: báhya pújá. Tirou de dentro de sua mente e fez o “do lado de fora” dela. Mas atenção: a ação deve conter os mesmos elementos que caracterizam o manasika pújá: o bháva e a sinceridade. É um pleonasmo falar bháva e sinceridade, pois ele não existe sem sinceridade, mas é bom deixar explícito.
Ao colocar a estante tendo em foco que aquela é a ação que você elegeu para reforçar o seu manasika pújá. Se fizermos as ações por mero fazer, por mero protocolo então não servirá em nada.
Como instrutor de Swásthya, é importante para mim deixar claro aos alunos na hora do pújá que eles podem reforçar e agilizar o processo de “densificar o pensamento” elegendo uma ação, por mais simples que seja para reforçar aquilo que acabaram de mentalizar. É importante a coerencia entre o que foi mentalizado e a ação eleita.
Vamos dar um exemplo bem estúpido e nonsense mas é para ajudar nas sinapses nervosas: não adianta nada dizer para mentalizar emanação de luz azul celeste para deixar o ambiente propício a prática e somente dizer: “como ação efetiva limpe a lixeira da sala de prática”. Ok, isso até poderia ser parte de deixar o ambiente mais asseado e assim mais propício a prática, mas será que o praticante entendeu a reticência não explicitada entre a mentalização e a ação? Será que não valia a pena você ter gasto alguns segundos fundamentando no que aquela ação iria contribuir no progresso do praticante?
É importante dar alternativas, pois não faz parte de nossa cultura agradecer antes de receber. Eu diria que não é uma questão de agradecer, é uma de ajudar, de gerar aquele sentimento de compromisso. Algo como aquela pessoa que arruma a cama não somente para ficar arrumado, mas por que gosta de dormir em cama arrumada.
É importante dar alternativas, pois a parte mais importante do pújá é a sinceridade e expontaniedade e como é um conceito novo para ele, o praticante irá demorar algum tempo para entender e ele precisa de exemplos para que no futuro ele mesmo gere a ação que irá proceder para reforçar a mentalização.
O praticante deve fazer a ação por que ele sentiu que assim realmente estará colaborando e ajudando. A ação deve ser uma forma de gratidão expontanea do praticante. Se assim não o for e existir por mero protocolo, então não serviu para o principal motivo: alavancar o progresso do praticante.
Cuidado para que a a descrição de sua ação efetiva não seja mal interpretada pelo praticante, assim como você toma cuidado para seguir nossa linha sámkhya e não utiliza termos ou frases notoriamente utilizados por correntes místicas ou espiritualistas. Nada contra essas correntes, mas é importante deixar claro o nosso posicionamento para que cada um seja livre em escolher a interpretação que melhor lhe aprouver.
Caso ouça alguma coisa que achou de mal gosto na ação efetiva do pújá, chame seu instrutor em um momento reservado e diga-lhe que não conseguiu entender como aquela ação pode contribuir para reforçar o que foi mentalizado.
Eu sou profissional a 7 anos e sei muito bem que por melhor que a intenção do instrutor seja as vezes não conseguimos explicá-la de forma satisfatória.
Isso acontece em outros momentos como por exemplo no ásana onde tentamos descrever a posição, mas o aluno não consegue executá-la, felizmente naquele anga podemos com nossas próprias mãos pegar no aluno e colocar o pé aqui, a mão acolá, a coluna ereta, o joelho estendido, etc. Eu sempre digo para meus alunos: posso concertar a forma, mas não o conteúdo. Se eu digo para mentalizar azul e o aluno mentaliza fruta-cor como é que eu vou saber que ele está fazendo errado?
Se as vezes é difícil descrever de forma eficiente uma posição corporal sem precisar de demonstração, imagine o que é descrever uma intenção onde não há como demonstrar? Seu instrutor está em constante aperfeiçoamento e invariavelemente irá cometer falhas pois ele está ganhando experiência de COMO passar adiante as técnicas que aprendeu. Por isso é importante o seu feedback.
13 Dec
Uma universidade alemã que não me atrevo a tentar escrever o nome teve a paciância de digitalizar todas as milhares de páginas do melhor dicionário de sânscrito em língua inglesa: Sanskrit English Dictionary, Monier, Williams.
Este projeto rendeu um dicionário na web, talvez o melhor de todos. Existe também um outro muito bom, só que é em francês, o que no meu caso se faz necessário um dicionário de francês também.
Com isso, outro grupro criou um dicionário digital que você pode baixar para fazer consultas desplugado da internet e com uma formatação mais bonita.
Siga as instruções de instalação, não esqueça de instalar as fontes e presto! Funciona que é uma beleza.
Cada dicionário usa uma transliterção diferente! Aprenda cada uma delas para conseguir usá-los e não vá dizer que eles usam uma transliteração “errada”. Nenhuma transliteração é melhor do que a outra, são diferentes e adaptadas a realidade de cada lingua. O melhor mesmo é escrever em dêvanágari.
Eu não estou com tempo para traduzir frases. Se você quiser uma palavra ou outra até posso ajudar, mas antes de perguntar entre no link do dicionário e procure a palavra. O sistema permite procurar termos em inglês.
12 Dec
Veja o vídeo completo em www.uni-yoga.org. Todas as terças-feiras você pode assistir ao vivo a aula pela internet no mesmo site.
12 Dec
Assista o vídeo completo no site www.uni-yoga.org. Todas as terças as 21h há a possibilidade de assitir a uma aula ao vivo! Aproveite.