sa êsha pirvashamapi guruh kálênánavacchêdát
tasya váchakah pranavah
tajjapaspastadarthávanam
tatra niratishayam sarvajñabíjam

São elencadas algumas das características de Ishwára:

  • Origem (bíja) da mais poderosa (niratisháyam) onisciência (sarvajña).

Aqui vale o adendo de que niratishaya é aquilo que não há superior.

Quando um atleta é recordista e seu feito é considerado impossível de ser ultrapassado dir-se-ia em sânscrito que o recorde dele é niratishaya.

O termo sarvajña, traduzido como onisciência é empregada para filósofos ou religiosos que através de sua filosofia ou fé chegaram a um nível de sabedoria no qual tem uma opinião formada sobre quase tudo, dando a impressão que eles realmente sabem de tudo. Por extensão: onisciência, ou sua própria-onisciência: auto-conhecimento.

  • Ele (ishwára) é a procura (êsha) do mais antigo dos antigos (púrvêsha) levando (api - que faz chegar) ao preceptor (guru) que está fora do tempo (kalêna) e das palavras (anavach).
  • Está (tasya) na pronúncia ou fala (váchaka) do Ôm (praṇava).

O ôm grafado é designado na filosofia como ômkara, ou manifestação (kara) do ôm: a. Quando pronunciado é chamado de pranava que vem de pranu que além de ser ôm é ressoar ou vibrar.

  • A repetição (japa) dele (referindo-se ao ôm) leva a meta (arthabháva), ou seja, ao samádhi.

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