Comunicação nos relacionamentos afetivos

Escrito em julho 14, 2009 | Categoria: Português, Principal

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De longe este é o pilar do relacionamento longo e próspero. Inclusive é um assunto senso comum, pois todos sabem que isso é importante.

Mas é difícil gerar essa comunicação. Tem coisas que precisam ser verbalizadas, outras que só precisam ser sentidas e que nos paradigmas aos quais opero é uma forma de comunicação também.

Como é difícil falar: “eu gosto de você”, “eu quero ficar contigo”, “quero não fazer nada do seu lado só para ficar juntinho”. O que será que passa nas nossas cabeças nessas horas para que articular isso seja tão complicado, algo que a priori deveria ser tão simples.

Eu sou treinado para falar para 1 ou 1.000.000 de pessoas. Sinto-me plenamente a vontade de discursar em público e não sinto ansiedade. As vezes um tiquinho de nada que se dissolve assim que pego o microfone.

Contudo, tremo nas bases, me falta a palavra certa, o momento certo e a coragem para falar algo simples e verdadeiro para alguém que realmente importa.

Por que?

Ainda me é nebuloso o real motivo. O caminho fácil é dizer: medo, insegurança, dor de barriga, unha encravada… Por mais que todos esses motivos possam ser verdadeiros eles são só reflexo de algo que eu ainda não entendi.

Reações emocionais são fruto da nossa inabilidade de lidar com aquilo que está acontecendo. Assim como eu ficaria muito ansioso se não tivesse sido treinado para falar em público.

A pergunta que cabe é:

O que eu ainda não sei?

Eu não sei se vai dar certo, eu não sei se vou saber falar o que precisa ser dito, eu não sei se vou conseguir falar da forma que deve ser dita, eu não sei como alguém consegue comer pizza doce… er… enfim…

Como não tenho respostas então a solução é…

Definir o que desejo

Eu quero que de certo, eu quero poder compartilhar a vida, eu quero … (fala a verdade te deixei curioso com a reticência?)

Quando vou falar em público eu sei para quem, qual é o começo o meio e o fim da conversa a tal ponto que para o espectador pareça que foi informal, que foi de improviso. Mas nunca é.

Eu já sei o propósito. O ponto no horizonte. Agora só falta ensaiar o começo e por onde eu irei passar para então chegar.

Aissm cmoo nsoso créerbo csgoneue ler etsa fsrae ebhlamarada, só tdneo no laugr a pierimra e a úlmita ltera, nós tébmam só piarmecsos sbaer o pnoto de pdratia e o fainl, pios o mieo pdoe ser uma bgaçnua didervtia.

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    2 Responses to “Comunicação nos relacionamentos afetivos”

    1. 2
      vanessa Says:

      Legal!!

      Também acho que nas palestras o ouvinte esta preparado par ouvir o palestrante. Enquanto que nos relacionamentos nem sempre. E essa situação gera medo.

    2. 1
      Vivianne Lima Says:

      Muito legal o texto…E esse dilema é um mal que assola a humanidade…É tão fácil falar para os outros, falar dos outros mas nunca falar de nós e de nossos sentimentos, principalmente para quem importa e quem fez florescer tais sentimentos tão puros e verdadeiros…Vamos exercitar sem pensar no final mas no começo e desfrutar do meio mentalizando sempre um belo final…

      Um Abraço

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