Escrito em janeiro 6, 2009 | Categoria: Português, Principal
Eu falei de “raspelinha” sobre felicidade em posts como este e este. Mas não havia abordado diretamente o assunto até hoje.
Uma das coisas notórias sobre Nossa Cultura é que somos felizes, sem motivo nenhum. Somente somos felizes e ponto. Gostamos de conviver uns com os outros e isso nos dá uma baita felicidade.
Fico até imaginando o que aconteceria se alguém caísse de paraquedas no habitat dos homoamabilis. O que aconteceria? Seria uma experiência científica e tanto…
Opa, mas espere um momento, isso já aconteceu e por sorte foi um escritor que caiu no meio de swásthas e disso nasceu um belo texto.
Um teaser:
Foram cinco horas de nenhuma conversa séria. Nenhuma teoria da conspiração, nenhuma reclamação, nenhum medo. Éramos, novamente, crianças num jardim de infância – e isso era bom! Voltando para casa percebi que passamos cinco horas – cinco horas! – fazendo trocadilhos imbecis dignos da Praça É Nossa. Ríamos, ríamos muito. Éramos cretina e deliciosamente felizes.
Agora leia o texto completo no Blog do DeRose.
Infelizmente, o Paulo não mantém mais este texto no blog dele para lhe rendermos o link.
O mais legal é que eu estava lá! Eu vivi aquelas cinco maravilhosas horas. Este post é para deixar os nomes daqueles que viveram o momento e para que você possa acessar seus respectivos sites para conhecer todas estas pessoas que juntas sentiram mais doce e feliz felicidade que existe (sem medo do pleonasmo).
Estavam lá: Paulo Polzonoff, Alessandro Martins, Thiago Gonçalves, Julia Teixeira, Euzinho, Sara Cadore, Ana Lúcia Fior, Alexandre Meireles, Ana Paula Iamane, Juliano Meneguzzo, Nintendo Wii.
» Arquivado em Português, Principal
janeiro 12th, 2009 at 17:10
Realmente, feliz felicidade ! e viva o Wii !!