Escrito em dezembro 25, 2008 | Categoria: Aprenda Sânscrito, Português, Principal, mantra
Caio Miranda foi um professor de Yôga famoso na década de 50/60 e que lançou os pilares do Yôga como profissão, tirando-o do clima monástico vigente na época.
Foi dele o primeiro livro de autor brasileiro chamado: “A libertação pelo Yoga” em 1960 (se não me falha a memória), pela editora Freitas Bastos.
Em seu outro livro, Caio Miranda troca a pronúncia do termo, inclusive o gênero da palavra instituindo a diferença entre Yôga e Yóga. Não sei ao certo os motivos reais da mudança, os documentados em seu livro são estes:

“A palavra YOGA, cuja pronúncia corretá é “yôga”, é termo sânscrito masculino..”
Mais abaixo ele diz que o Yôga é a filosofia e a yóga é a prática, um conceito completamente errado, mas que marcou o início da distinção entre yôga e yóga no Brasil na década de 60.
Como eu disse, me foje ao conhecimento o real motivo pelo qual o primeiro autor brasileiro sobre yôga em seu primeiro livro chama “O YOGA” e no seguinte chama de “A YÓGA”.
Ele propôs um motivo, que está longe de ser satisfatório e minhas fichas estão apostadas em algum melindre político da época. Mas é pura especulação minha, afinal, em 1960 minha mãe ainda brincava com bonecas e acreditava no Papai Noel.
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junho 20th, 2010 at 10:39
Acho muito infrutífera essa eterna (e pedante) discução sobre a correta pronúncia do termo Yoga. Acredito que a forma como se pronuncia seja um detalhe desimportante, principalmente num país onde há tantos sotaques diferentes como o Brasil. A palavra yoga já é conceito comum à nossa lingua, já foi incorporada e pode ser aportuguesada, grafada com i como no título do livro citado, ou com y depois da reforma ortográfica, mas nunca acentuada, pois o acento não respeita nenhuma regra gramática de acentuação (principalmente depois da reforma). Até na MPB, o maranhense Zeca Baleiro já eternizou a pronúncia popular do termo, com a vogal aberta. Como diria o professor Pasquale Cipro Neto, a língua é viva e modifica-se no dia-a-dia, a despeito do que rezem os acadêmicos.
Levando-se em consideração termos puramente gramaticais você está corretíssimo…
Mas acerta de termos técnicos da tradição do Yôga com seu estudo sobre sons e ultra-sons e seus efeitos sobre a psiquê humana… será que seria um detalhe insignificante? Será que sábia, sabiá e sabia são a mesma coisa por um detalhe insignificante de mudança de entonação da vogal?
A entonação da vogal muda o significado da palavra…
dezembro 29th, 2008 at 21:45
O carióquês é uma boa hipótese
dezembro 28th, 2008 at 11:38
o Mestre De Rose aposta no carioquês, hehe (pelo menos entendi isso em um curso dele).
dezembro 25th, 2008 at 17:10
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