Escrito em abril 8, 2009 | Categoria: Português, Principal
Yôga deveria ser como sexo, independente da ciência dizer que há 10 bons motivos para praticá-lo, nós deveriamos fazer por que gostamos.
Sempre que alguém me pergunta se yôga é bom para isso ou para aquilo eu respondo: é bom pra tudo, mas desde que você não queira nada.
Isso gera uma grande interrogação no meu interlocutor, tão grande que até posso vê-la sobre a cabeça dele.
Dado uns 2 segundos de silêncio que faz os neurônios do perguntante foquem a atenção naquilo que irei dizer, explico: as mudanças mais significativas das técnicas que o SwáSthya aplica estão na reeducação comportamental, pois tudo aquilo que você fizer muito, mas uma só vez é o mesmo que não fazer nada.
E tudo aquilo que você fizer um pouco, mas constantemente irá gerar resultados profundos. Não só com Yôga, mas com qualquer coisa.
Que resultado você teria fazendo 4 horas de natação em um dia e só fizesse novamente no mês seguinte? Nada! E não estou me referindo ao verbo nadar.
Se a pessoa vai ao Yôga pois quer cuidar da coluna, ele acaba restringindo seu interesse ou gerando uma expectativa muito grande sobre o que ela quer. Isso ofusca o seu entendimento e sua vontade de alargar o seu conhecimento, já que o que ela quer é algo muito restrito.
Toda expectativa atrapalha a sua visão. Esse comportamento viciado é repetido em várias outras coisas.
Faça Yôga pelo mesmo motivo que você transa. Pois é gostoso, ponto!
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abril 9th, 2009 at 0:24
e sobre perpetuar a espécie?